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Prática de Projecto – 06.05.08 Maio 7, 2008

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A natureza deste projecto implica uma constante especificação do seu modo de funcionamento, o que se deve às componentes externas que podem ser integradas futuramente com vista a uma performance mais dinâmica.

O ínicio deste novo módulo da disciplina de Projecto foi caracterizado por uma aula prática de planeamento, onde a equipa recapitulou todos os recursos discutidos em reuniões com orgãos específicos da UA.

Confirmou-se a necessidade de conceber o sistema tomando em conta os vários meios possíveis para o preenchimento e actualização da base de dados (doravante mencionada como BD).

Neste momento destacam-se três cenários:
→ Actualização manual dos dados por parte da administração;
Injecção de dados na BD através do upload de ficheiros *.tab do PACO;
→ Actualização automática da BD através da ligação entre o Indexa e o PACO por meio de um Webservice concebido pelo GAGI.

Actualização manual pela administração | Vantagens
→ O sistema torna-se independente de componentes externas;
→ A mediação humana contempla casos excepcionais que os sistemas automáticos negligenciam.

Actualização manual pela administração | Desvantagens
→ A inserção e actualização de todos os registos seria morosa;
→ A mediação humana comporta erros;
→ A administração implicaria o envolvimento de pessoal qualificado e disponível;
→ Criar-se-ia uma dependência directa da “mão-de-obra” da administração.

Injecção de dados através do upload de ficheiros *.tab do PACO | Vantagens
→ O trabalho da administração resumir-se-ia ao upload dos ficheiros recolhidos do PACO;
→ A BD estaria actualizada com dados fidedignos.

Injecção de dados através do upload de ficheiros *.tab do PACO | Desvantagens
→ Os ficheiros têm de ser recolhidos por funcionários da UA com privilégios no sistema PACO;
→ Os registos *.tab podem não incluir algumas secções/informações necessárias para a BD Indexa;
→ A leitura dos ficheiros *.tab poderá apresentar inconsistências (preenchendo a BD incorrectamente).

Actualização automática da BD por meio de Webservice | Vantagens
→ Recolha de informações fidedignas e actuais do utilizador autenticado;
→ A administração teria um papel meramente moderador;
Personalização automática do Indexa face a cada utilizador.

Actualização automática da BD por meio de Webservice | Desvantagens
→ Mediação com o sistema de login do Utilizador Universal (inacessível de momento);
→ O sistema PACO fornece apenas dados actuais, não dispõe dos dados de anos anteriores;
→ Impossibilita a inserção de projectos de anos anteriores;
→ A dependência de um sistema externo poderia vir a lesar o Indexa caso esse sistema fosse remodelado ou se tornasse obsoleto na UA em prole de um novo sistema.

Solução possível : implementar o sistema de forma a que este tome partido dos vários recursos.

No âmbito dos projectos de anos anteriores a submissão recorreria aos dados já presentes na BD, actualizáveis por meio da administração (manualmente ou por upload dos ficheiros *.tab).

Quanto aos projectos do ano actual seria estabelecida a ligação ao PACO através do Webservice para leitura dos dados presentes do utilizador.

Objectivos actuais da equipa:
→ Tomar o funcionamento do sistema como uma prioridade face ao preenchimento da BD;
→ Implementar o sistema tomando por base a administração manual;
Testar a utilização dos ficheiros *.tab recolhidos do PACO;
Preparar sistema para a integração posterior do Webservice concebido pelo GAGI, sem abordar de momento a implementação real desse meio.

Ficam registadas as nossas considerações até à data e objectivos que irão orientar o nosso trabalho ao longo deste módulo.

Prática de Projecto – 11.04.08 Abril 11, 2008

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Na aula de hoje, o grupo reuniu esforços para, juntamente com o Rui Villas, resolver todas as questões relativas ao acesso ao servidor e respectivas questões de autenticação. O projecto Indexa fica então alojado, nesta fase de desenvolvimento, no servidor media.ca.ua.pt do DeCA com IIS6, Windows Media Server e SQL Server 2005 Express Edition. Apesar do sistema apresentar recursos satisfatórios para esta fase, fomos informados que, se necessário, poderia ser acrescentado um novo disco para expandir a capacidade de armazenamento.

Conversámos também com o Prof. Jorge Ferraz no sentido de percebermos em que datas aconteceriam os picos de movimento no servidor, uma vez que este é regularmente utilizado pelos alunos de Mestrado bem como os de SCMM2. Esta informação é importante para que possamos prever as alturas em que os recursos do servidor sejam insuficientes para trabalhar convenientemente. Isto também porque o servidor apenas permite 2 ligações simultâneas de Remote Desktop.

Fora das aulas, continuaremos com a tarefa de introdução de dados na base de dados para efeito de testes. Paralelamente prosseguiremos também com a evolução do protótipo para que este comunique com a base de dados e possa realizar as operações que pretendemos implementar nesta fase.

Modelo Físico da BD Abril 6, 2008

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Desenhado o modelo lógico da Base de dados, avançámos para o desenho do modelo físico da mesma. Optámos por realizar esta tarefa logo em ambiente SQL Server 2005. Desta forma, inciámos o desenvolvimento prático neste poderoso SGBD e  aproveitámos o facto deste Servidor possuir um GUI bastante funcional (SQL Server Management Studio) repleto de recursos para development, que nos facilitam um pouco o trabalho. Por exemplo, através dos Database Diagrams conseguimos depois de todas as tabelas criadas, criar de forma idêntica ao MS Access, todas as relações necessárias e exportar um diagrama do modelo físico da base de dados.

Aproveitámos ainda para testar duas versões deste servidor. Primeiramente instalámos a versão SQL Server 2005 developer edition que optivemos através do academy alliance.

Esta versão é a mais completa de toda a gama, possuindo poderosissímos recursos para desenvolver aplicações de desktop como o particionamento, Bussiness intelligence, suporte para bases de dados de grande escala, replicação, recovery  entre outros. É um sistema igualmente poderoso para desenvolver aplicações web, possuindo suporte nativo para  XMLwebservices e um runtime integrado em .NET.

Como não sabemos ainda se o servidor web que se encontra do DeCA (máquina base para o desenvolvimento do projecto ) irá ter a versão Developer instalada,  decimos testar uma alternativa a esta versão. Instalámos e testámos a Express Edition.

É uma versão gratuita, sim sublinhamos, é da Microsoft e é gratuita!Trata-se de uma versão “light” de todas as outras versões desta gama e visa substituir  o velhinho SQL MSDE 2000. Este MSDE 2000 encontra-se já muito desactualizado face às novas versões e a Microsoft recomenda vivamente que se faça um upgrade  gratuito para o Express Edition.

Conseguimos importar e trabalhar remotamente na base de dados criada na versão Developer sem problemas, o que nos leva a crer que esta versão será suficiente para o desenvolvimento do projecto. Futuramente, se o projecto for implementado nos servidores do SinBad, o aconselhável é migrar para a versão Developer ou Entreprise.

Ainda há muito para testar e analisar, mas aplicando os conhecimentos que temos de MS ACCESSS, conseguimos já implementar uma versão provisória da BD em SQL Server 2005. Designamos provisória esta versão da BD porque estámos na fase de prototipagem e como não poderia deixar de ser, até à versão final do projecto, irão ser efectuadas alterações à base de dados devido à integração do Utilizador Universal e à comunicação com o webservice disponibilizado pelo Gagi, mas é provisória sobretudo porque é ainda necessário analisar correctamente os descritores bibliográficos de catalogação de conteúdos usados pelo SinBAD. Depois de analisados e percebido o funcionamento dos mesmos  é necessário aplicá-los à nossa base de dados, para que futuramente, o SinBad possa recolher de uma forma dinâmica, informação relativa aos projectos / trabalhos seleccionados como “montra” e apresentá-los no respectivo sitio web em http://sinbad.ua.pt. Assim que percebermos o funcionamento desta catalogação e comunicação com o Sinbad,  a BD terá que ser reformulada.

» Deixamos então aqui o modelo físico provisório da base de dados.

 

Proximos passos:

→ Continuar o estudo e teste da plataforma .NET em Visual studio 2005
→ Estabelecer comunicação com a BD em aspx
→ Perceber a sintaxe e funcionamento da linguagem C#
→ Continuar a prototipagem da interface gráfica de acordo com as normas dos sites da rede.ua

 

 

Prática de projecto – 04.04.08 Abril 4, 2008

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Desde o momento em que este nosso projecto se tornou Indexa (reunindo todos os cursos e ciclos do DeCA) têm-se efectuado ligações dentro da rede da UA com vista a tornar este sítio web num elemento integrado na mesma.

Na recta final será necessário utilizar um webservice desenvolvido pelos técnicos do GAGI, com vista a recolher os dados académicos (disciplinas, curso, ciclos…) actuais de cada aluno e docente. O SInBAD irá também recorrer a um webservice para recuperar os dados dos projectos do Indexa aprovados para montra pública.

No entanto, a prototipagem deve prosseguir independentemente da criação dos webservices descritos e assim sendo, foram iniciados os esforços para implementar a estrutura e funcionamento básico do Indexa.

 

Ponto de situação e  condicionantes do protótipo

» O Indexa será associado ao Departamento de Comunicação e Arte dentro da Rede UA.

» Para constar na Rede UA, o sítio web Indexa deve seguir as normas e templates gráficos desenvolvidos pela Fundação João Jacinto Magalhães (a interface gráfica desenvolvida e apresentada na fase de especificação do projecto não será utilizada).

» Já foram elaboradas experiências relativas à nova interface do Indexa (concordante com a da Rede UA). Eis um exemplo da interface com um dos banners desenvolvidos neste contexto:

Interface Indexa - Rede UA (normal)    Interface Indexa - Rede UA (menu)

» A estrutura da base de dados Indexa depende do potencial do webservice a desenvolver pelo GAGI, dado que muitos dos campos da BD serão preenchidos com informações provenientes deste serviço.

» Para criação do protótipo torna-se necessária a concepção de uma base de dados provisória, que poderá sofrer algumas alterações após obtenção do webservice. A programação do sistema será efectuada tendo em conta estas condicionantes, de forma a não inviabilizar o trabalho realizado na fase de prototipagem.

» O desenho do modelo lógico da base de dados a utilizar no protótipo está concluído (ver abaixo).

 Modelo lógico da BD (provisório)

Os passos seguintes consistem no desenho físico da base de dados e implementação da mesma.

Reunião com Filipe Trancho (GaGI) e Pedro Almeida (Sinbad) – 28.03.2008 Março 30, 2008

Posted by memoDeCA in Encontros & Reuniões.
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A reunião desta tarde elevou as espectativas do grupo na medida em que os dois intervenientes convidados pela prof. Lídia Oliveira nos conseguiram elucidar a respeito de variadas questões que, até agora, atrasavam o desenvolvimento do projecto.

Após serem postos ao corrente daquilo que é o projecto Indexa, tanto o representante do GaGI (Filipe Trancho) como o representante do Sinbad (Pedro Almeida), puderam compreender as nossas questões e até aconselhar-nos em algumas decisões.

Ficámos então a saber que a comunicação de dados com o Sinbad poderá ser feita através de webservices. Estes fornecerão os dados necessários para o bom funcionamento do sistema desvalorizando eventuais incompatibilidades de comunicação entre diferentes tipos de bases de dados. O Sinbad não irá, portanto, recolher informações directamente à base de dados interna do Indexa. A situação inversa, se necessária, funcionará de forma semelhante.

Quanto à organização dos conteúdos, por um lado o Sinbad fornecer-nos-á as categorias de metadados relevantes para o registo de projectos no Indexa de forma a que possam ser facilmente catalogados. Por outro lado, foi-nos sugerido que contactássemos a Direcção dos Serviços de Documentação pelo que se agendou uma reunião com a Drª Ana Bela Dias para esclarecermos as taxonomias utilizadas neste tipo de arquivos digitais multimédia. Soubemos da existência de Thesaurus (listas de termos/normas) que nos poderão eventualmente interessar nesta área.

As questões de autenticação que tanto nos preocupavam foram quase totalmente esclarecidas. À partida, os nossos requisitos ao nível de autenticação diferenciada de utilizadores poderão ser cumpridos. Esta será feita através do Utilizador Universal da UA graças a um webservice que verifica a existência do utilizador em causa. Uma vez autenticado o utilizador, outro webservice (desenvolvido especificamente pelo GaGI) irá devolver à nossa aplicação os dados pertinentes – nome, número mecanográfico, número do curso, entre outros.

Prática de projecto – 25.03.08 & OT (Prof.Lídia Oliveira) – 26.03.2008 Março 28, 2008

Posted by memoDeCA in Orientação Tutorial, Projecto na Prática.
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Ultrapassadas as metas do trabalho desenvolvido para o módulo 1: desenho e especificação, identificam-se agora as especificações do novo módulo:

Módulo 2: prototipagem

Prototipagem Funcional e Técnica

»Identificação dos Módulos e Componentes que integram o Protótipo e Definição da Tipologia e Profundidade do Protótipo

»Prototipagem Funcional e Técnica de acordo com o que foi especificado nos módulos anteriores

Tendo em mente as premissas de ambos os módulos, foram identificadas pela equipa do projecto indexa quais as necessidades do nosso projecto em termos de servidor e outras especificidades técnicas, tendo sido enviado atempadamente um email para suporte@ca.ua.pt contendo essas mesmas necessidades. Resumidamente:

Sistema operativo Windows 2003 Server ou uma versão equivalente configurada com:
» IIS 7 ( Internet Information Services 7)
» Framework ASP.NET 2.0 e capacidade de suportar 3.5
» SQL Server 2005
» Servidor de Streaming (na mesma máquina ou não) Windows Media, com Windows Media Services e suporte para Silverlight

Uma vez que o tempo não abunda, e dadas as indefinições sobre o que na realidade os servidores do departamento e Sinbad nos permitem fazer,  realizámos um briefing junto do docente responsável pelo pelouro de informática do departamento (prof. Carlos Santos) procurando saber, o mais rapidamente possível, se o departamento possui o equipamento requisitado e ainda qual a versão do sistema de gestão de base de dados instalada.

Foi também agendada uma reunião de extrema importância com o Sr. Pedro Almeida (responsável pela criação/manutenção do Sinbad) e com um representante do GaGI - Gabinete de Gestão de Informação  no sentido de obtermos respostas acerca de variadíssimos assuntos que se prendem essencialmente com bases de dados e utilizador universal
Para tirarmos o máximo proveito desta reunião procedemos, durante a aula de projecto e na orientação tutorial, ao levantamento e refinamento de todas as questões nevrálgicas para a realização do nosso projecto.

Após a realização da referida reunião será então criado um novo post contendo uma síntese das perguntas/respostas mais relevantes.    

  

OT (Prof.Lídia Oliveira) – 06.03.2008 Março 6, 2008

Posted by memoDeCA in Orientação Tutorial.
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Na Orientação Tutorial de 28.02.2008 foi apresentado um orçamento contendo diversas propostas de servidores web.

Após esta reunião foram realizadas pela prof. Lidia Oliveira abordagens ao conselho directivo (Oscar Mealha) e com o responsável de equipamento informático do DeCA (Carlos Santos) no sentido de se apurar qual a real possibilidade de ser adquirido um dos servidores sugeridos na orçamentação para alojamento do nosso sitio Web.

Na orientação tutorial de dia 06.03.2008 seriam anunciadas as novidades, no que à aquisição do servidor diz respeito, e as notícias vieram acrescentar novas variáveis que influenciam o planeamento do projecto, na medida em que nos foi sugerido o desenvolvimento do sitio Web numa das máquinas já existentes no departamento. Após a conclusão do referido sitio web o seu alojamento migraria para o Sistema Integrado para Bibliotecas e Arquivos Digitais (sinbad.ua.pt) funcionando como uma colecção deste
Ao alojar o nosso projecto no sinbad teriamos possibilidade de ver assegurada a manutenção e suporte do servidor que o contém, conferindo assim uma longevidade que uma plataforma deste tipo necessita.

No entanto, estes novos dados levantam-nos dúvidas quanto à manutenção de uma imagem e carácter próprio para o nosso site ou se teriamos de trabalhar sobre a identidadecriada para o sinbad.

Foi-nos sugerido o contacto com o responsável pelo Sinbad para estudarmos como se encontra construída e estruturada a base de dados do referido arquivo, determinando assim como deveriamos orientar e conceber a nossa.